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Pesquisadores australianos estão desenvolvendo um mapa detalhado da atividade genética em vários órgãos para detectar possíveis problemas com transplantes. O atlas permitirá comparar biomarcadores de disfunção entre diferentes tipos de órgãos, facilitando a identificação precoce de rejeição.

O estudo de meta-análise, que foi publicado na revista Nature, indica que apenas um exame de sangue poderia prever a rejeição precoce em todos os casos de transplante.

Nos últimos anos, diversos estudos investigaram a possibilidade de detectar sinais de rejeição de órgãos através do sangue ou urina dos pacientes, porém, os biomarcadores identificados até agora ainda não foram incorportados na prática clínica e não conseguem prever todos os tipos de rejeição.

Os pesquisadores afirmam que os resultados apontam um “marcador molecular unificador para todos os órgãos”.

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