edição #359

Bom dia. Na edição de hoje: por que o seu perfil no Google pode estar sabotando suas indicações, o alerta de chikungunya que chegou a níveis históricos no Mato Grosso do Sul, e o estudo escocês que prova o que uma política pública bem feita consegue mudar em 20 anos.
🤳 Marketing - Confira o que está em alta
O GOOGLE ESTÁ MUDANDO

Tem médico perdendo paciente indicado por colega porque o Google não encontra seu nome. O problema não é a indicação, é o que acontece depois dela.
O algoritmo de busca local opera com três pilares:
Relevância (seu perfil corresponde ao que o paciente buscou?).
Proximidade (onde você está?).
Proeminência (o Google te considera uma referência?).
Manter o perfil ativo, responder comentários e estimular avaliações fazem o perfil subir nas posições do mapa, muitas vezes sem gastar nada com anúncios. Proeminência é onde a maioria dos médicos perde. E ele depende diretamente de avaliações.
O MECANISMO

O algoritmo leva em conta quantidade e qualidade das avaliações para ranquear. Nota 4.8 com dezenas de comentários vence nota 3.5 com 3 reviews, sem discussão.
94,4% dos brasileiros buscam saúde na internet. Quando alguém te indica e o paciente pesquisa seu nome, ele não liga pra perguntar se não encontrar nada. Ele vai para o próximo resultado. A indicação funcionou. O Google não.
Um perfil com informações claras sobre convênios converte 3x mais cliques do que perfis abandonados. Não é tráfego pago, não é Instagram: é só ter um perfil que funciona.
ONDE VOCÊ ESTÁ NISSO
Se você acabou de se formar ou está na residência: você já pode criar seu perfil mesmo atendendo em clínica de terceiros. Acessa google.com/business, cadastra nome + especialidade + RQE + endereço. São 20 minutos. Resultado: você existe para o Google.
Se você já tem consultório: menos de 20 avaliações significa que seu perfil está perdendo ranqueamento para concorrentes, independente da qualidade do seu atendimento. Manda o link de avaliação para os próximos 5 pacientes satisfeitos via WhatsApp logo após a consulta. O momento ideal é o ápice da satisfação, enquanto a experiência ainda está fresca.
E se vier uma avaliação ruim? Acontece com todo mundo. Responde de forma respeitosa, aceita o feedback e informa que vai melhorar. Depois disso, segue pedindo avaliações positivas dos outros pacientes. Uma avaliação negativa diluída entre dezenas de positivas não se destaca, e some rápido.
📊 Enquete do dia
Quantas avaliações você tem no Google hoje?
⚡ Rapinhas
🌍 Oriente Médio em escalada: Os Houthis do Iêmen entraram na guerra neste sábado lançando mísseis balísticos contra Israel, marcando seu primeiro ataque direto desde o início do conflito que já envolve Irã, EUA e Hezbollah.
🍕 Intoxicação alimentar em massa na PB: Laudo confirmou contaminação bacteriana em pizzaria de Pombal ligada à morte de uma mulher e mais de 90 intoxicações.
🫁 Tuberculose latente: 1 em cada 4 pessoas no planeta: Estima-se que uma em cada quatro pessoas no planeta tenha a bactéria causadora da tuberculose no organismo.
🇧🇷 Notícia do Brasil
Chikungunya 7x mais letal em 2026: o que o médico precisa saber agora

O Mato Grosso do Sul fechou março de 2026 com um dado que precisa estar no seu radar: chikungunya está sete vezes mais letal do que qualquer ano da série histórica brasileira. O estado concentra 7 das 15 mortes confirmadas no país, com Dourados decretando emergência de saúde pública. No total, o Brasil registra 16.558 casos prováveis e mais 13 óbitos ainda sob investigação.
Os óbitos estão concentrados em idosos com comorbidades cardiovasculares e pacientes com doença renal crônica, grupos que frequentemente subestimam os sintomas iniciais achando que é "gripe articular". A OPAS já alertou para crescimento de notificações em toda a América Latina, e o cenário no Brasil acompanha essa tendência, com o Mato Grosso do Sul funcionando como epicentro da gravidade na temporada atual.
🌍 Notícia do Mundo
Escócia: lei antifumo reduziu exposição ao fumo passivo em 96%
Um estudo publicado essa semana avaliou o impacto da lei escocesa de ambientes livres de fumaça ao longo de duas décadas. O resultado: exposição ao fumo passivo caiu 96% na população geral, medida por biomarcadores de cotinina sérica. Os efeitos clínicos foram diretos: hospitalizações por síndrome coronariana aguda caíram 17% no primeiro ano após a lei, e internações por asma em crianças recuaram 18% em três anos.
O dado mais relevante do estudo é que a mudança de comportamento extrapolou os ambientes regulados pela lei. A exposição caiu também dentro dos domicílios, sem que a legislação alcançasse esse espaço diretamente, o que sugere que normas de saúde pública têm efeito de normalização social muito além do ambiente que regulam formalmente.
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